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Líbero, Camila Brait conta como desenvolveu competências socioemocionais jogando vôlei

Jogadora de vôlei profissional, Brait destacou a importância das atividades físicas no desenvolvimento de habilidades que levou para fora das quadras

O desenvolvimento das competências socioemocionais está em alta na educação. A inclusão dessas habilidades na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – lançada e aprovada em 2017 -, tem o objetivo de contribuir para a construção de uma sociedade mais ética, democrática, responsável, inclusiva, sustentável e solidária, que respeite e promova a diversidade e os direitos humanos sem qualquer preconceito. Além disso, também ajudam a promover uma aprendizagem mais consistente.

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Para que as competências socioemocionais figurem no currículo escolar, escolas montaram suas metodologias de ensino, e a educação esportiva se tornou uma grande aliada nessa missão.

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Jogadora de vôlei profissional, Camila Brait sempre praticou esportes coletivos e destacou a importância das atividades físicas no desenvolvimento de habilidades que levou para fora das quadras, como o trabalho em equipe.

“Aprendi muitas coisas desde que comecei a jogar vôlei porque é uma modalidade que você depende do outro. Você não consegue ganhar sozinho. Por mais que você seja a melhor na sua posição, se você não chamar o grupo junto e cada um jogar um pouquinho, você não alcança o resultado final. Isso é o mais interessante do vôlei. Você depende das outras jogadoras. Esse lance de estar sempre ajudando e estar sempre junto, isso é fundamental no vôlei. Tem vários pontos que o esporte coletivo ajuda no ensino da criança.”

Camila atua na posição de líbero, já defendeu a seleção brasileira e atualmente integra um dos times mais tradicionais da Superliga – principal competição nacional -, o Osasco. Ela também destacou que foi jogando vôlei que aprendeu a lidar com a derrota. Segundo Camila, quando você tem um problema na vida, tem que saber separar as coisas, curtir cada momento e não levar aquele problema para sempre.

Atletas profissionais também precisam lidar com as diferenças. Entre viagens, treinos e competições, fazem parte de um grupo grande de pessoas com hábitos e culturas diversas. Essa foi outra lição que a líbero trouxe do esporte para casa e pretende dividir que sua filha recém nascida, a pequena Alice.

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“O principal é a convivência e respeitar as diferenças dos outros. Nem todo mundo vai estar sorrindo o tempo todo, nem todo mundo vai ser simpático o tempo todo. Você precisa sabe conviver com muitas pessoas diferentes. No clube a gente convive do dia a dia com muitas pessoas, então acho que ter uma boa convivência com as pessoas que estão do seu lado é algo que trago para dentro de casa.”

Depois de conhecer algumas das competências que podem ser desenvolvidas no vôlei ou na prática de esportes, vimos o quanto é importante trabalhar essas habilidades com as crianças desde cedo. Quer saber como?

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