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Cidade espanhola quer aumentar carga horária de Educação Física

Conselho de Educação e Cultura de Múrcia busca aprovar 3 horas semanais de esportes nas escolas e aulas de psicomotricidade para Ensino Infantil

Múrcia, uma das principais cidades universitárias da Espanha e famosa por investir em educação, pretende aumentar a carga horária das aulas de Educação Física nas escolas públicas.

A decisão veio após uma reunião do Conselho de Educação e Cultura. Segundo o jornal La Razón, o objetivo é aumentar o currículo de duas para três horas semanais de Educação Física em todas as séries do ensino básico. Além disso, alunos da Educação Infantil terão uma hora e meia por semana de psicomotricidade.

Em entrevista ao veículo espanhol, Esperanza Moreno, líder da iniciativa, disse que “há um consenso generalizado na comunidade educativa de que a Educação Física e as Artes não estão recebendo a devida atenção”. Ela explica que o esporte é um instrumento básico para combater problemas de saúde como a obesidade. “Além disso, estudos mostram que a Educação Física melhora o rendimento cognitivo dos alunos”, conta Esperanza.

Os jovens de Múrcia também deverão ter um acréscimo nas aulas de Música.

E aqui no Brasil? Quantas horas de Educação Física você acha que as escolas deveriam ter por semana?

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1 comentários

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  1. Avatar Roberto Affonso Pimentel disse:

    A Motricidade Humana, a Filosofia, a Ética, a Musica, são expressões naturais de qualquer indivíduo desde o seu nascimento. O que se busca é a comunicação e estreito relacionamento com outras pessoas. De onde advêm estudos da Psicologia e Neurociência cognitiva que aprimorem tais relacionamentos. Neste particular, os desportos favorecem e suprem todos esses aspectos. Peca-se não só no Brasil, mas no mundo, na qualidade e aprofundamento dos profissionais, especialmente professores escolares. Ocorre que os gestores não possuem conhecimentos da importância da disciplina. São malformados nas Ciências da Educação (Pedagogia) que jamais dispensou atenção ao assunto. Faculdades ineficientes no ensino, formam professores incapazes, acrescente-se o descaso pela sociedade, e temos um quadro composto de curiosos, entusiasta, mas sem a necessária instrução básica. Creio que o problema a resolver reside, não nas horas dedicadas à Educação Física, mas à qualidade de seu ensino. Com um pouco de criatividade e inovação, pode-se estender as horas de atividade física para locais fora dos muros das escolas, e eliminando o maior obstáculo: os celulares. Afinal, crianças querem e necessitam BRINCAR. Para isto, não são necessárias muitas delongas. Basta que o adulto “pense e faça-se criança”, pois até morrer seremos sempre crianças.