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Impulsionadora da Educação: conheça Maria Alice Zimmermann

“Não levo o esporte como hobby, ele faz parte de mim”, disse a diretora de Divisão de Esporte e Movimento na Secretaria Municipal de Educação de SP

Maria Alice Zimmermann teve uma infância ativa. Brincava na rua jogando bola, pega-pega, queimada e todas as brincadeiras que surgissem. “Eu não ficava parada. Isso só reforçou a minha vocação ao esporte”, contou. Hoje, ela pratica natação e corrida de montanha. “Não levo o esporte como hobby, ele faz parte de mim”, disse. Formada em Educação Física, ela atua como diretora de Divisão de Esporte e Movimento na Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, e já tem 28 anos de carreira. Entre eles, foi professora por 21 anos. “Desde que eu estava na 7ª série, já achava que queria ser professora de Educação Física da rede pública.”

Ela conta que fez parte de muitas equipes que iam aos Jogos Escolares, desde vôlei até basquete. “Cheguei a participar do time de basquete na cidade de São Bernardo do Campo.” Por estar tão ligada ao esporte, Maria Alice disse que sempre refletiu muito sobre o acesso a outras modalidades esportivas. “Lembro que eu achava lindo tênis. Aos 10 anos, eu queria ser tenista e cheguei a comprar um livro de tênis escondido dos meus pais. Mas não era um esporte ensinado nas escolas e tampouco acessível. E não cheguei a seguir carreira. Nós nunca sabemos o que tem na cabecinha das crianças, por isso é importante ofertar de tudo”, declarou.

Por estar tão ligada à prática esportiva, a professora tornou-se uma grande impulsionadora da Educação em São Paulo. Ela acredita no potencial do programa Impulsiona, tanto que desenvolve um papel importante na parceria do programa com a Secretaria Municipal de Educação para o desenvolvimento das oficinas esportivas presenciais e na formação dos impulsionadores. “Eu acho maravilhoso as crianças terem oportunidade de contatar com outros esportes. Ter condições de oferecer aos alunos esses esportes é muito bom. A ideia sempre é ampliar e dar oportunidades para as crianças terem contato com essas modalidades que fogem do tradicional.”

Maria Alice ainda reforçou que a demanda por novos esportes nas escolas e o acesso à educação esportiva vem dos próprios alunos e professores. “O que eu tenho percebido é que os professores e os alunos demandam novos conhecimentos. Há um entusiasmo deles em aprenderem coisas novas.”

Para ela, fazer uma educação esportiva de qualidade é tornar o esporte acessível e ampliar seus valores. “Quando a gente vê um jogo, temos que enxergar além das linhas, ver tudo que o esporte diz ali. Não é só um time contra o outro. O esporte é considerado uma ferramenta educacional com muitos valores e precisa ser mais humano e igualitário”, declarou.

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